02 fevereiro 2012 ~ 0 Comentário

Meu trinca está com a pena encruada. Alimentá-lo com frutas ajuda na melhoria?

Oi, galera!
Hoje a pergunta é de um leitor que conta: “Meu trinca está com a pena encruada. Alimentá-lo com frutas ajuda na melhoria?”
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A “muda encruada” pode ocorrer por diversos motivos. O principal motivo para que isso aconteça, normalmente é a alimentação à base de sementes, que por não possuir vitaminas, acaba não suprindo as carências nutricionais da ave. Sendo assim, o animal utiliza os recursos disponíveis para sobreviver ao invés de investir em penas saudáveis. Existem algumas causas externas que também podem estar relacionadas diretamente a este problema, como os ácaros, alta umidade e saturação hepática, por exemplo. A dificuldade no crescimento de novas penas também pode ter fundo psicológico, como a presença de um outro animal no mesmo ambiente que estresse muito sua ave.
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Antes de mais nada, a alimentação da ave deve ser revista para que se descarte problemas nutricionais. Sugiro como alimentação de manutenção Alcon Club Trinca-Ferro ou ainda Alcon ECO Club Trinca-Ferro, que são alimentos completos e balanceados para esta espécie. Nas épocas de muda de penas, reprodução ou convalescença, utilize também Alcon Club Farinhada Frugívoros e Insetívoros, que auxilia a suprir a maior carência de proteína e gordura destes períodos.
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No seu caso, se os animais estiverem se alimentando de sementes, tente a troca por uma ração balanceada e proceda a suplementação vitamínica emergencial seguinte: 5 dias consecutivos com Labcon Club Polivitamínico alternando com 5 dias consecutivos da utilização de Labcon Club Revitalizante.
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Proceda desta forma durante um mês e verifique os resultados obtidos. Além disso, é importante verificar o ambiente onde a ave está sendo mantida para que seja livre de estresse. Se estes procedimentos não forem suficientes para um bom resultado, recomendo que o animal seja avaliado por um médico veterinário para que o mesmo verifique se existem parasitas responsáveis ou realize um diagnóstico mais acertado, avaliando a ave “in loco”.
Abraços,
Dr. Fala!

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